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A HISTÓRIA DA MÚSICA DO U2 SUNDAY BLOODY SUNDAY

News3

Um título emblemático do álbum "War", lançado em 1983, Sunday Bloody Sunday é a música mais executada do U2. Um título denunciando os banhos de sangue que ocorreram na Irlanda do Norte no início dos anos 70.

O contexto

Inspirada nos dois sangrentos domingos, respectivamente, em Dublin, em 1920, e em Derry, em 1972, a canção é uma condenação das atrocidades cometidas após uma marcha exigindo respeito pelos direitos civis na Irlanda do Norte e pela paz, entre a maioria protestante e a minoria católica, 14 norte-irlandeses católicos foram mortos pelo exército britânico durante o domingo sangrento.

Palavras mais neutras

A música foi criada por The Edge em 1982 e retrabalhada por Bono. Muitos versos foram removidosas do original, mais veementes, para proteger o grupo. Apesar dessas mudanças, alguns criticam a abordagem do U2 e os acusam de estar perto do IRA, o Exército Republicano Irlandês.

Uma versão "suprema"

Em 8 de novembro de 1987, o grupo, que fazia um show em Denver, gravava ao vivo "Sunday Bloody Sunday" para o documentário "Rattle and Hum". Naquele dia, enquanto um massacre acontecia em Enniskillen, o U2 deixa sua raiva explodir após essa nova tragédia que afeta o povo irlandês. Foda-se a revolução! Exclama Bono no meio da música. Uma versão do título que ele mais tarde se qualificará como "supremo". Na época, o governo britânico decidiu censurar o filme.

Hino à paz

Até o momento, "Sunday Bloody Sunday" foi tocado mais de 600 vezes pelo grupo, que adotou o hábito de colocar uma bandeira branca, um símbolo de paz, na frente do palco. O U2 dedicou esse título às vítimas do conflito israelo-palestino, aos ataques em Bali em 2002 e mais recentemente em Paris em 13 de novembro de 2015.


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